quinta-feira, 14 de março de 2013

POESIACÍDIO - em razão do dia especial.

“POESIACÍDIO”



Nada me vem à mente,

Poesia morta, natimorta.

Não, nem mesmo minha falta de inspiração

Há de, um dia, assassinar a poesia.

Vida!, vive sozinha dentro de mim,

Dentro de qualquer um.

É arte, imaterial e transcendente,

É suprema!

É o traçado da vida pelas linhas tortuosas do interlocutor,

Viva por si mesma, nunca expira, não prescreve.

Ela só precisa de minhas mãos para descer ao papel,

Nunca morta, sempre contemporânea,

Sempre viva!

Sempre imortal!

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